Ao todo, 16 agentes participaram de cursos promovidos pela SENASP com foco em uso diferenciado da força e polícia comunitária
A Guarda Civil Municipal de Araruama celebrou, nesta sexta-feira (22), a conclusão da capacitação de 16 agentes no Programa Município Mais Seguro. A iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública é voltada ao fortalecimento da segurança pública municipal e à valorização das Guardas Municipais em todo o país.
A formatura ocorreu em Niterói e foi promovida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), reunindo dois módulos de qualificação profissional voltados à atuação técnica, humanizada e preventiva dos agentes de segurança.
“Investir na formação continuada dos nossos agentes é investir diretamente na qualidade do serviço prestado à população. A participação da Guarda Civil Municipal de Araruama no Programa Município Mais Seguro representa um avanço importante para o fortalecimento da corporação, garantindo profissionais cada vez mais preparados, técnicos e alinhados a uma atuação humanizada e eficiente”, afirmou o secretário de Segurança, Ordem Pública e Defesa Civil, Pedro Soares.
Entre os participantes da formação está o guarda civil municipal Natan Luiz, que atua há 10 anos na corporação. Para ele, a experiência foi enriquecedora para o aperfeiçoamento profissional.
“A formação trouxe novos métodos, estratégias operacionais e uma visão ainda mais humanizada da segurança pública. O conhecimento adquirido contribuirá diretamente para ampliar a eficiência, a prevenção e a proximidade entre a Guarda Municipal e o cidadão”, destacou.
O primeiro módulo, “Curso de Uso Diferenciado da Força”, teve carga horária de 40 horas e abordou conteúdos relacionados ao treinamento especializado em presença, postura e verbalização, além do manejo de instrumentos de menor potencial ofensivo, como armas eletroeletrônicas de incapacitação neuromuscular e espargidores de pimenta. A capacitação também trabalhou a tomada de decisão em contextos de crise sob os aspectos cognitivo, neurológico e psicológico, alinhando a atuação dos profissionais às melhores práticas nacionais e internacionais de segurança pública e ao respeito aos direitos humanos.
Já o segundo módulo, “Curso de Operador de Polícia Comunitária Aplicada”, também com 40 horas de duração, teve como objetivo fortalecer conhecimentos, habilidades e estratégias voltadas à filosofia de polícia comunitária, com atenção especial às pessoas, grupos e territórios em situação de vulnerabilidade. A proposta é que os agentes atuem como multiplicadores desse conhecimento dentro da própria corporação.